segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dieta Coletiva.


Dicas para os comedores emocionais


Você “tem” que provar para si mesma (o) que você pode gerenciar sentimentos inconfortáveis de uma maneira que não incluía o resultado negativo que certas comidas trazem para a saúde física (assim como frituras, muito carboidrato, muito açúcar, com muita farinha de trigo branca, etc).

Comece pela superfície observando o que torna sua fome mudar, e pause por um longo momento para pensar com carinho sobre o que realmente sua fome lhe diz, e de que melhor maneira sua fome seria satisfeita sem comer. Comer alimentos saudáveis, por exemplo, verduras, legumes e cereais lhe trazem nutrição em vez de saturação.

Uma pessoa que se sente mal emocionalmente por alguma coisa, e come para se sentir melhor. Ela pode se sentir melhor por algumas horas, mas muitas vezes ela irá se sentir culpada e desgostosa mais tarde com o fato dela ter comido demais e sabotado seu bem estar e sua elegância, o que pode se tornar um círculo vicioso psicológico, e como consequencia ter vontade de comer mais para se sentir melhor.

Sentir fraqueza de poder em relação a comilança emocional

Quando nos sentimos fracos e sem poder de efetivamente mudar nossas vidas, a fome se torna um fio elétrico ligado na tomada. Se sentir franco emocionalmente é tão intolerável que a mensagem instantânea a ser enviada ao cérebro é a de “concertar” imediatamente. Sendo a comida facilmente acessível e uma maneira legalizada de lidar com aquele sentimento, a festa esta feita.

Muitas pessoas carregam bagagens emocionais em seus relacionamentos com trabalho, família, colegas, amantes etc..., mas nem todos lançam mão da comida para se confortar ou aliviar. Porque uns não e outros sim?

Porque esse hábito não é um problema profundamente ligado a histórias passadas ou bagagem emocional; isso se dá por causa de um hábito mental de “evitar” através da comida.

Algumas pessoas evitam lidar com seus problemas emocionais através de substancias químicas ou distrações diversas. Assim como, drogas ilegais e legais como a TV todo dia por horas e horas.

Devemos aprender como parar com esse mecanismo, e usar a melhor parte da nossa mente para lidar com os desafios da vida que requer resolver problemas, adaptar, e ariscar para fazer de nossas vidas experiências extraordinárias.

Comedores emocionais, não podem aderir uma dieta por muito tempo, porque eles se sentem obrigados a usar comida para gerenciar suas emoções.

Isso se dá quando as pessoas param de fazer dieta e acabam ganhando o que perdeu e mais alguns quilinhos como contra peso e ai o danado do peso continua crescendo.

Portanto perder peso não é apenas uma questão de dieta, é uma questão de como vivemos nossas vidas emocionalmente, mentalmente, e espiritualmente. Se conseguirmos tomar decisões sábias e sadias constantemente seremos o reflexo disso fisicamente também.

Quando comemos para nos encher emocionalmente, nunca vamos satisfazer nossa fome com comida porque comida nunca pode saciar a fome emocional.

Qual é o caminho da cura?

Primeiro, reconhecer que comer emocionalmente é um habito nocivo a saúde que precisamos cuidar. Lendo livros e artigos no assunto, fazendo perguntas para pessoas que parecem estar de bem com a vida em todos os sentidos, procurar profissionais no ramo emocional alternativo, você irá reconhecer que NÃO é necessário comer da maneira que pensamos precisar.

Comida nos protege de sentimentos inconfortáveis por isso se tornou a “droga” mais popular do planeta. Ela nos serve para duas coisas:

1. Ajuda a evitar sentimentos desconfortáveis, podemos chamar isso de “alergia emocional”

2. Nos dá uma maneira de mudar sentimentos inconfortáveis para experiências prazerosas ao comer podemos chamar isso de “orgasmo emocional”

Portanto, resumindo, comida nos protege dos sentimentos que não queremos sentir.


Esse processo, nos mantém funcionando num nível superficial, e mesmo nos sentindo enfraquecidos em relação ao nosso poder de controlar o quê e, como comemos, pelo menos não temos que focalizar em coisas profundas que nos faz sentir mais sem poder ainda, ou seja, totalmente vulneráveis (incluindo relações acabadas de uma forma negativa, insatisfação na carreira profissional, dificuldades em ganhar dinheiro etc...)

Muitas pessoas me dizem que não entendem como isso pode acontecer, afinal de contas somos seres inteligentes e sabemos o que estamos fazendo... Analiticamente sim, sabemos na maioria das vezes, mas emocionalmente nem chegamos perto do profundo saber necessário para um entendimento razoável neste importante assunto, até abrirmos a possibilidade de querer entender o profundo processo emocional que nunca tivemos a oportunidade de sermos educados por professores nas escolas ou a família.

Lygya maya - Blog :  http://www.planetanews.com/news/2009/11092

6 comentários:

Mãe Mochileira,filho malinha.. disse...

Oiiii..ei,vc ainda não sabe??rsrssr...vc ganhou o sorteio la do blog!! passa lá p vc conferir!!!
;-)
Beijos!!!

Evelyn V. disse...

Querida Fatinha.
Temos que saber lidar com as nossas
perdas emocionais.E saber que fazem parte da nossa vida,é para o nosso crescimento e amadurecimento.
Parabéns pelo post.

obs: voce não está aparecendo nas minhas seguidoras acho que tem que entrar de novo,para entrar nas minhas atualizações.

Fique com Deus.

Beijos.

Eva disse...

Oi Fatinha que lindo post, amei!!! Obrigada querida por esse post, um dia ótimo prá ti! beijooooo

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazón
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


COMPARTIENDO ILUSION
FATINHA ESTRELA

CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesía...




ESPERO SEAN DE VUESTRO AGRADO EL POST POETIZADO DE ALBATROS GLADIATOR, ACEBO CUMBRES BORRASCOSAS, ENEMIGO A LAS PUERTAS, CACHORRO, FANTASMA DE LA OPERA, BLADE RUUNER Y CHOCOLATE.

José
Ramón...

Cantinho da Zazá disse...

Oi Fatinha!
Este post está excelente e diferente pois leva à uma reflexão de que, às vezes, a "fome" não é bem fome e sim fuga, esconderijo, falsa ilusão de satisfação... e quanto àquele "probleminha da balança", não desanima não!!! tem semana que é mais difícil! O importante é seguir em frente!!! Bjs e uma ótima semana para você! Zazá

Elza Carrara disse...

Fatinha,
Acabei de te mandar um e-mail, ok?
Bjs.