terça-feira, 9 de novembro de 2010
Esposa , mãe , profissional , irmã, amiga ... ufaaaaa .
Desempenhar tantos papeis durante o mesmo dia por vezes se torna cansativo . Tem horas q penso em abrir mão de um desses... Claro q o profissional é o primeiro da lista e por vezes desejo parar . Mas como tudo em minha vida eu sempre paro , aquieto meu coração e peço direção a Deus , nunca fico sem resposta. Eu amo minha profissão , trabalho gostando do q faço e sempre tentando mudar e melhorar .Mas tem horas q me sinto cansada ... Mas desde q iniciei a faculdade sempre falei com Deus " Senhor usa-me , faça de mim um istrumento Seu " e quando desanimo lembro desse meu clamor.
Li esse texto no blog , http://refletindoagraca.blogspot.com/ e senti mais uma vez Deus falando comigo.
"É preciso enxergarmos a possibilidade de exercermos nossa profissão como um grande privilégio, um presente dado por Deus, para que possamos preservar a criação, cooperando com Ele para que este mundo seja um lugar cada vez melhor para se viver.
Quando enxergamos nosso trabalho do ponto de vista vocacional, este deixa de ser um fardo, e passa a ser um mundo de possibilidades.
Quando vemos em nossa carreira a possibilidade de colaborar para um mundo mais justo e digno, o salário passa a ser secundário, visto apenas como consequência.
Que possamos caminhar nesta visão, de que o trabalho é um grande presente de Deus, para que nos tornemos seus ajudantes na tarefa de manter e preservar toda a criação."
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DeCoração com Fatinha Estrela
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00:52
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Música da semana : " Rompendo em Fé "
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DeCoração com Fatinha Estrela
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18:05
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sábado, 6 de novembro de 2010
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DeCoração com Fatinha Estrela
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21:38
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Aventuras quentes do Felipe...
Um dia desses de noite , eu estava no meu quarto arrumando algumas roupas e vi quando Felipe saiu e foi para a sala . Passaram alguns minutos e escutei " aí , aí , aí ... " perguntei de lá "Felipe tudo bem aí ??? " Ele respondeu : " Sim ( xim ) mamãe... " mais alguns minutos " aí , aí , aí ..." só q agora mais alto , aí fui ver o q estava acontecendo . Quando chego na sala , lá estava ele sentado no chão com a minha pistola de cola quente na tomada e ligada colando um carrinho ... gritei logo " Não meu filho isso queima !!!! " e ele responde " eu sei ( xei ) mamãe oh , oh , dodoi ..." mostrando os pingos da cola na perna e por isso o aí , aí , aí mas sem desistir do q tava fazendo.
Essa semana estava eu novamente no meu quarto arrumando algumas coisas e vejo Felipinho sair correndo ... agora , depois da historia da cola quente , fiquei mais esperta e fui ver o q ele tava fazendo. Em questão de minutos a criaturinha estava sentada no sofá com a minha prancha de cabelo nas mãos , ligada e passando no cabelo.Mais uma vez gritei " Felipe não isso queima !!!" Ele responde: " eu xei ...cabelo bonito mamãe axim " Aí ... Eu não posso reclamar, meu filho não sobe em nada , não coloca nada na boca ,mas adora tudo q tem tomada e pode ligar e diz : " mamãe , eu xei , papai faz " Tentando dizer q sabe fazer igual ao pai .
Assim compartilho com vcs essas duas aventuras quentes do felipinho e sei q muitas de vcs tbm tem suas histórias para contar.
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DeCoração com Fatinha Estrela
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17:08
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Bodas de Trigo .
Ontem dia 04 de novembro de 2010 completamos 3 anos de casados.Uns chamam de bodas de couro outros de bodas de trigo , preferi a segunda opção ... Maridão trabalhou eu tbm , e como ele chega muito tarde resolvi fazer um bolinho , com ajuda do Felipinho q curtiu a bagunça na cozinha ...E assim mais um ano de uma união Feliz e muito abençoada por Deus. Eu tentei fazer um bolo de coração , não ficou muito bonito mas a massa estava leve e bem fofinha ...
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DeCoração com Fatinha Estrela
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18:10
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Atitudes dos pais que não favorecem a vida social dos filhos.
Vejamos, em primeiro lugar, algumas atitudes paternas que não favorecem as atitudes sociais e amistosas dos filhos:
1. Pais que não sabem nada dos filhos e mal lhes dedicam tempo. O pouco tempo de convivência com os filhos deve-se, às vezes, a ausências prolongadas e frequentes do lar, de um dos pais ou de ambos. Em conseqüência, os filhos não vêem a casa como um lar, mas como uma simples residência, um hotel.
2. Pais dominadores, possessivos, autoritários, excessivamente severos e exigentes. Essas atitudes contribuem nuns casos para tornar os filhos irascíveis, impulsivos e agressivos, e em outros para desenvolver neles uma personalidade insegura e instável. Todas estas características lhes trazem sérias dificuldades para a adaptação aos grupos de brincadeiras e de estudo e à vida de amizade.
3. Pais superprotetores, que oferecem aos filhos mais ajuda do que eles precisam e tendem a resolver todos os seus problemas por eles. Esse protecionismo pode obedecer a um apego afetivo aos filhos, a um amor mal-entendido, ou à fraca opinião acerca de algum filho, que os pais consideram incapaz de enfrentar situações próprias da sua idade.
A criança super protegida torna-se excessivamente dependente dos outros: precisa da atenção, aprovação e ajuda quase contínuas das outras pessoas. Não desenvolve a capacidade de valer-se por si: não sabe iniciar atividades próprias nem lutar por vencer as dificuldades que se lhe apresentam. Nessas condições, a mentalidade egocêntrica própria da criança prolonga-se pela vida fora e não lhe permite contribuir com nada de valioso para os outros.
4. Pais permissivos, excessivamente indulgente, que mimam os filhos e os deixam agir em função dos caprichos de cada momento. Esta atitude leva os filhos a torna-se egoístas e fracos, a esperar dos outros uma atenção contínua e a não saber aceitar a frustração de um desejo, levando-os a reagir de forma impaciente e agressiva. Uma vez que toda a convivência exige dar e não apenas receber, essas crianças dificilmente se adaptam à vida em sociedade.
5. Pais frios ou indiferentes para com os filhos, que não lhe dão mostras de carinho e afeto. Os filhos costumam agir, nas relações com os companheiros e amigos, com a mesma indiferença e frieza com que foram tratados em casa. Costumam ser crianças tristes, pouco cordiais, que fogem das situações de convivência. E quando tentam relacionar-se com os outros, encontram dificuldades porque lhes falta elemento central da amizade: o afeto.
O problema é maior quando a indiferença dos pais se converte em rejeição, que nem sempre é aberta: às vezes, expressa-se em atitudes de insensibilidade ou de prepotência. Essa rejeição diminui a auto-estima dos filhos, a segurança em si mesmos, e pode dar lugar, mais adiante, a condutas anti-sociais que resultam da necessidade de "descarregar" a agressividade acumulada ou de chamar a atenção dos outros.
Quais as atitudes paternas que, pelo contrário, favorecem a capacidade dos filhos para a convivência?
Uma primeira resposta é a seguinte: todas as que ajudem a serem harmónicas e satisfatórias as relações entre os esposos, entre pais e filhos e entre irmãos. Está mais do que comprovado que, se as relações familiares são adequadas, os filhos conseguem adaptar-se muito mais facilmente à convivência social fora de casa.
Uma dessas atitudes é o amor aos filhos. E não basta o amor teórico ou abstrato; os filhos precisam de expressões concretas desse amor dos pais todos os dias. Precisam de afeto e carinho no relacionamento pessoal. Os pais afetuosos e cálidos ajudam os filhos a ter confiança em si mesmos e a relacionar-se com os outros de forma aberta e espontânea.
Mas o carinho com os filhos não deve significar falta de exigência. Precisamente por serem queridos é que devem ser exigidos de maneira progressiva. Com efeito, as crianças que não se sentem exigidas pelos pais consideram-se menos queridas, já que recebem menos atenção. O carinho aos filhos deve levar, isso sim, a uma exigência compreensiva, isto é, proporcionada ao que se pode pedir a cada filho em cada momento. É preciso, portanto, que os pais sejam ao mesmo tempo exigentes e compreensivos, o que, evidentemente, não é fácil. Na prática, diante dessa dificuldade, os pais costumam polarizar-se numa dessas atitudes, de forma que a compreensão sem exigência cria pais permissivos, e a exigência sem compreensão cria pais autoritários.
Diversas pesquisas confirmam as afirmações que acabamos de fazer. Assim, por exemplo, Lieberman verificou que as crianças pequenas que se sentiam queridas pela mãe eram mais bem aceitas pelos companheiros e participavam mais das atividades comuns no colégio. Winder e Rau descobriram que os pais das crianças mais "sociáveis" tinham duas qualidades: eram muito pouco agressivos e proporcionavam-lhes muito apoio e reforço na sua conduta ("reforço" no sentido de que valorizavam e premiavam os comportamentos positivos dos filhos).
Se houver amor, haverá também aceitação de cada filho. A aceitação começa pelo desejo de que o filho chegue a existir, casais que têm um filho por falha dos métodos contraceptivos dificilmente conseguirão criar esse clima em que todo o filho que vem ao mundo se sente desejado acima de tudo pelos seus pais. A aceitação implica também esbanjar - com gosto, não como algo que atrapalha - os cuidados de que cada filho necessita. Os pais devem estabelecer uma relação ardentemente afetuosa com cada um dos filhos e fazê-los ver que todos eles são "importantes" na vida da família. Comprovou-se que a criança aceita pelos pais "é geralmente cooperativa, sociável, amigável, leal, emocionalmente estável e simpática"; e que "encara a vida com confiança".
Há diferentes tipos de aceitação dos filhos por parte dos pais em função do amadurecimento emocional destes. Pais emocionalmente maduros aceitam o filho como um ser autônomo e capaz de participar ativamente da vida familiar, ao passo que pais emocionalmente imaturos tendem a identificar-se totalmente com o filho, dificultando seriamente a conduta independente tanto deste como deles mesmos. É importante que os pais concedam a cada filho uma liberdade razoável, proporcionada à sua idade. Quando se estimula a conduta autónoma dos filhos, estes acabam por tornar-se "mais habilidosos, cooperativos, independentes e adaptados às situações sociais".
Frisarei, por fim, que é importante fomentar desde a infância a vinda de outra crianças ao lar, sejam irmãos naturais ou adotivos. Verificou-se que isso contribui para que os filhos amadureçam antes e sejam mais abertos aos outros.
Gerardo Castilho é professor de Pedagogia e Psicopedagogia da Universidade de Navarra e pesquisador do Instituto de Ciências da Família da mesma Universidade, além de professor visitante de diversas Universidades espanholas.
Extraído do livro "Educar para a amizade", Editora Quadrante
1. Pais que não sabem nada dos filhos e mal lhes dedicam tempo. O pouco tempo de convivência com os filhos deve-se, às vezes, a ausências prolongadas e frequentes do lar, de um dos pais ou de ambos. Em conseqüência, os filhos não vêem a casa como um lar, mas como uma simples residência, um hotel.
2. Pais dominadores, possessivos, autoritários, excessivamente severos e exigentes. Essas atitudes contribuem nuns casos para tornar os filhos irascíveis, impulsivos e agressivos, e em outros para desenvolver neles uma personalidade insegura e instável. Todas estas características lhes trazem sérias dificuldades para a adaptação aos grupos de brincadeiras e de estudo e à vida de amizade.
3. Pais superprotetores, que oferecem aos filhos mais ajuda do que eles precisam e tendem a resolver todos os seus problemas por eles. Esse protecionismo pode obedecer a um apego afetivo aos filhos, a um amor mal-entendido, ou à fraca opinião acerca de algum filho, que os pais consideram incapaz de enfrentar situações próprias da sua idade.
A criança super protegida torna-se excessivamente dependente dos outros: precisa da atenção, aprovação e ajuda quase contínuas das outras pessoas. Não desenvolve a capacidade de valer-se por si: não sabe iniciar atividades próprias nem lutar por vencer as dificuldades que se lhe apresentam. Nessas condições, a mentalidade egocêntrica própria da criança prolonga-se pela vida fora e não lhe permite contribuir com nada de valioso para os outros.
4. Pais permissivos, excessivamente indulgente, que mimam os filhos e os deixam agir em função dos caprichos de cada momento. Esta atitude leva os filhos a torna-se egoístas e fracos, a esperar dos outros uma atenção contínua e a não saber aceitar a frustração de um desejo, levando-os a reagir de forma impaciente e agressiva. Uma vez que toda a convivência exige dar e não apenas receber, essas crianças dificilmente se adaptam à vida em sociedade.
5. Pais frios ou indiferentes para com os filhos, que não lhe dão mostras de carinho e afeto. Os filhos costumam agir, nas relações com os companheiros e amigos, com a mesma indiferença e frieza com que foram tratados em casa. Costumam ser crianças tristes, pouco cordiais, que fogem das situações de convivência. E quando tentam relacionar-se com os outros, encontram dificuldades porque lhes falta elemento central da amizade: o afeto.
O problema é maior quando a indiferença dos pais se converte em rejeição, que nem sempre é aberta: às vezes, expressa-se em atitudes de insensibilidade ou de prepotência. Essa rejeição diminui a auto-estima dos filhos, a segurança em si mesmos, e pode dar lugar, mais adiante, a condutas anti-sociais que resultam da necessidade de "descarregar" a agressividade acumulada ou de chamar a atenção dos outros.
Quais as atitudes paternas que, pelo contrário, favorecem a capacidade dos filhos para a convivência?
Uma primeira resposta é a seguinte: todas as que ajudem a serem harmónicas e satisfatórias as relações entre os esposos, entre pais e filhos e entre irmãos. Está mais do que comprovado que, se as relações familiares são adequadas, os filhos conseguem adaptar-se muito mais facilmente à convivência social fora de casa.
Uma dessas atitudes é o amor aos filhos. E não basta o amor teórico ou abstrato; os filhos precisam de expressões concretas desse amor dos pais todos os dias. Precisam de afeto e carinho no relacionamento pessoal. Os pais afetuosos e cálidos ajudam os filhos a ter confiança em si mesmos e a relacionar-se com os outros de forma aberta e espontânea.
Mas o carinho com os filhos não deve significar falta de exigência. Precisamente por serem queridos é que devem ser exigidos de maneira progressiva. Com efeito, as crianças que não se sentem exigidas pelos pais consideram-se menos queridas, já que recebem menos atenção. O carinho aos filhos deve levar, isso sim, a uma exigência compreensiva, isto é, proporcionada ao que se pode pedir a cada filho em cada momento. É preciso, portanto, que os pais sejam ao mesmo tempo exigentes e compreensivos, o que, evidentemente, não é fácil. Na prática, diante dessa dificuldade, os pais costumam polarizar-se numa dessas atitudes, de forma que a compreensão sem exigência cria pais permissivos, e a exigência sem compreensão cria pais autoritários.
Diversas pesquisas confirmam as afirmações que acabamos de fazer. Assim, por exemplo, Lieberman verificou que as crianças pequenas que se sentiam queridas pela mãe eram mais bem aceitas pelos companheiros e participavam mais das atividades comuns no colégio. Winder e Rau descobriram que os pais das crianças mais "sociáveis" tinham duas qualidades: eram muito pouco agressivos e proporcionavam-lhes muito apoio e reforço na sua conduta ("reforço" no sentido de que valorizavam e premiavam os comportamentos positivos dos filhos).
Se houver amor, haverá também aceitação de cada filho. A aceitação começa pelo desejo de que o filho chegue a existir, casais que têm um filho por falha dos métodos contraceptivos dificilmente conseguirão criar esse clima em que todo o filho que vem ao mundo se sente desejado acima de tudo pelos seus pais. A aceitação implica também esbanjar - com gosto, não como algo que atrapalha - os cuidados de que cada filho necessita. Os pais devem estabelecer uma relação ardentemente afetuosa com cada um dos filhos e fazê-los ver que todos eles são "importantes" na vida da família. Comprovou-se que a criança aceita pelos pais "é geralmente cooperativa, sociável, amigável, leal, emocionalmente estável e simpática"; e que "encara a vida com confiança".
Há diferentes tipos de aceitação dos filhos por parte dos pais em função do amadurecimento emocional destes. Pais emocionalmente maduros aceitam o filho como um ser autônomo e capaz de participar ativamente da vida familiar, ao passo que pais emocionalmente imaturos tendem a identificar-se totalmente com o filho, dificultando seriamente a conduta independente tanto deste como deles mesmos. É importante que os pais concedam a cada filho uma liberdade razoável, proporcionada à sua idade. Quando se estimula a conduta autónoma dos filhos, estes acabam por tornar-se "mais habilidosos, cooperativos, independentes e adaptados às situações sociais".
Frisarei, por fim, que é importante fomentar desde a infância a vinda de outra crianças ao lar, sejam irmãos naturais ou adotivos. Verificou-se que isso contribui para que os filhos amadureçam antes e sejam mais abertos aos outros.
Gerardo Castilho é professor de Pedagogia e Psicopedagogia da Universidade de Navarra e pesquisador do Instituto de Ciências da Família da mesma Universidade, além de professor visitante de diversas Universidades espanholas.
Extraído do livro "Educar para a amizade", Editora Quadrante
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DeCoração com Fatinha Estrela
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22:06
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Conversando pelo msn com uma amiga disse algo a ela q percebo e quero compartilhar aqui no blog. Que Deus fala ao meu coração de várias formas mas sabe q Ele tem usado a internet para isso.Parece até uma ironia mas não é ... Através de textos , músicas , blogs ,etc... Sinto as palavras de Deus falarem e completarem exatamente as minhas duvidas , angustias ... é simplesmente divino...
Conheci esse blog hj e olhem q linda mensagem ...(http://compartilhandobencao.blogspot.com/ )
"Leve continuamente ao Senhor suas necessidades, alegrias, tristezas, preocupações e temores. Você não conseguirá sobrecarregá-lo, nem deixá-lo cansado. Aquele que conta os cabelos de sua cabeça, não é indiferente às necessidades de Seus filhos... Entregue a Ele todas as coisas que perturbam sua mente. Coisa alguma é grande demais para que Ele possa suportar, pois é Ele quem mantém os mundos e governa o Universo." - Ellen G. White.
Deus responde as nossas orações. Ele alivia os nossos corações quando depositamos aos Seus pés tudo o que nos aflige. Ele recebe a nossa adoração quando humildemente nos entregamos.
De uma forma ou de outra, sempre temos nossas petições respondidas, por isso devemos agradecer ao Senhor por tudo, ter um coração grato é muito importante, pois Ele, só Ele, sabe o que é melhor pra nós.
"Amo ao Senhor, porque ele ouviu a minha voz e a minha súplica".
Salmos 116:1
Queridos, devemos sempre estar atentos a voz do Senhor e a Sua direção, por isso, além de orarmos, devemos aquietar-nos diante da Sua presença, não ficando preocupados, mas confiantes que TUDO, absolutamente TUDO, está no Seu controle.
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DeCoração com Fatinha Estrela
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01:00
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
O clima natalino já está no ar.
Nesse fim de semana com feriado visitei 2 shoppings aqui no Rio e as decorações natalinas já aparecem bem ... Destaco as Lojas Americanas q sempre tem artigos natalinos fofinhos e com bom preço e a Tok Stok q tá com enfeites e decorações coloridas , muito bonita , vale a pena conferir.
Pensei em montar minha árvore hj , mas cheguei do shopping cansadinha de tanto bater perna e o Felipinho cheio de energia ,imaginei logo q ia querer me ajudar muitooooooooooo...Pensei , pensei e resolvi brincar com ele e aproveitar para dar uma arrumadinha nos brinquedos ou melhor reconstituir uns , colar outros , achar peças perdidas , coisas q nenhuma mãe já não tenha feito milhares de vezes rsssss. Amo esse clima natalino , e essa semana ainda tentarei começar a decoração aqui em casa .
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DeCoração com Fatinha Estrela
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22:24
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Preciso de Ajuda para organizar minhas artes...
Eu confesso q sou uma curiosa arteira , faço alguns artesanato q me dão um prazer imenso... Mas na hora de organizar tenho uma certa dificuldade. A minha casa ainda esta em obras mas terá um cantinho para minhas artes .Atualmente guardo em caixas plásticas grandes , divido por matérias , tipo : tintas , lixas , numa caixa , linhas de bordar , retalhos em outra . Mas não sei como guardar os papeis de decoupagem , aquelas figuras ou sobrinhas q podem ser aproveitadas... Aceito e agradeço dicas pq essa parte tá difícil.
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DeCoração com Fatinha Estrela
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21:58
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Fim de semana longoooo com Feriado.
Quando o Feriado caí na terça o meu fim de semana fica longo pq não trabalho na segunda ou melhor até trabalho mais só q em casa de Maria ...Então hj , segunda , véspera de feriado o dia pareceu estranho . Aqui choveu o dia todo , Maridão de folga , a baba tbm de folga , minha sobrinha de 14 anos veio pra cá e nem precisa dizer o quanto Felipinho ficou alegre e exibido .Tivemos um dia bem agradável. Café da manhã juntos , almoço fresquinho feito pela mamãe aqui e consegui até tirar um cochilhinho de tarde. Depois fomos para a diversão de dia de chuva : shopping. Fomos para o barrashopping e rolou parque (hot zone) , mc donalds e pizza ...ai ,ai, ai e a dieta???? Deve ir bem obrigada. Felipinho não tá acostumado com lugares cheios, pq aqui somos só nós , numa casa grande , numa rua sem saída e de muito silêncio .Quando chega em parques ou festas com som alto ele fica dizendo '' Tá bom ... Vamos , cheio , gente muita ..." Rssssssss mas tem q acostumar ... Bem e assim terminou nossa segunda com cara de sei lá o q , rsssssss Mas agradeço a Deus por mais um dia abençoado e feliz.
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DeCoração com Fatinha Estrela
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02:28
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